O corriqueiro adágio "pimenta nos olhos dos outros é refresco" se aplica com perfeição na análise sobre o atual momento de Cuba: desconhecer ou tentar ignorar os terríveis bloqueios econômicos há mais de 50 anos pelos Estados Unidos e negar os reflexos profundos no presente e no futuro sócio-econômico, no bem-estar dos cubanos é impossível. Nem fingir a blindagem dos americanos pela mídia burguesa.
A pergunta que não quer calar:
O Brasil, os brasileiros aguentariam apenas cinco anos de boicote econômico americano? Cuba resiste, com avanços na saúde e educação de qualidade e gratuita, graças à conscientização do seu povo. Resiste aos ataques de Trump, atingindo energia, alimentos e necessidades essenciais, além de ameaças de invasão, um verdadeiro genocídio.
Resiste também à mídia que presta serviço ao império do Norte, escondendo a miséria e negando os avanços de Cuba. Diante desse boicote, nada mais justo do que os países da América Latina e do mundo prestarem solidariedade com ajuda aos cubanos.
Pobre Cuba: para os que zombam, imagina passar cinco anos de boicote econômico tão longe de Deus e tão perto dos Estados Unidos. Segundo Porfirio Díaz, ex-líder mexicano: "Pobre México...". Enfim, pimenta nos olhos dos outros é refresco.
Categoria: Política, Ponto de vista
Autor: EdmilsonMendes
Nenhum comentário:
Postar um comentário